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3

de
June

*OS MAIORES TRAMBIQUEIROS DA HISTÓRIA.*

I PARTE

 

 

Eles venderam a mãe e não entregaram. Ficaram ricos só com a lábia. E fizeram do trambique uma arte.



Conheça aqui os maiores trambiqueiros da história.

 


1. O homem que vendeu a Torre Eiffel


Era 1925. O austríaco Victor Lustig estava vagabundeando em Paris quando leu no jornal: PREFEITURA TEM DIFICULDADES PARA MANTER A TORRE EIFFEL. Foi o suficiente para atiçar sua malandragem. Lustig se passou por oficial do governo francês e foi atrás de empresários que mexiam com ferro-velho. Arranjou 6. E chamou a turma para uma reunião num hotel de luxo. “Como os senhores já devem ter lido, Paris não tem mais como bancar a Torre”, disse. “A saída é uma só: demolir aquelas 8 mil toneladas de metal e vender como sucata.” Ele chegou a alugar uma limusine para levar os homens para uma “visita de inspeção” ao monumento. Depois, chamou de canto o empresário que ele achou mais ingênuo e insinuou: “Se rolar uma comissãozinha, posso facilitar as coisas para o senhor”. Não teve erro: o homem subornou o “oficial” Lustig e levou a torre. Antes que o comprador percebesse o cha-péu, Lustig já estava em um trem com o dinheiro. O lesado, por sinal, não teve coragem de dar queixa na polícia. Afinal, seria o maior vexame se todo mundo soubesse que ele tinha acabado de subornar um trambiqueiro… Pois é. Lustig era mestre porque sabia enganar malandros. E que malandros. Certa vez, o golpista procurou ninguém menos que Al Capone, oferecendo um esquema para fazer o dinheiro dele dobrar em dois meses com uns investimentos. O mafioso lhe deu 50 mil dólares, junto com uma descrição do que lhe aconteceria se o enganasse. Aí Lustig simplesmente guardou tudo em um cofre. E dois meses depois, devolveu tudo para Capone, pedindo desculpas e contando que o esquema de investimentos tinha falhado. Grato por Lustig ter sido tão honesto, Capone lhe deu 5 mil dólares como prêmio. E era o tal do prêmio que Lustig esperava desde o começo. Outro golpe que ele aplicava em golpistas era vender máquinas de falsificar dinheiro. Falsas. Ele escolhia um bandido e contava que tinha um aparelho fantástico, capaz de copiar notas. “Só que leva 6 horas para que o trabalho fique ok”, dizia. O picareta, então, colocava uma nota de 100 dólares na máquina para demonstração. Seis horas depois, saía uma “cópia” perfeita (Lustig colocava duas cédulas verdadeiras lá dentro antes, claro). Depois de embolsar o dinheiro pela máquina, ele ia embora. E o comprador só percebia o engodo depois de 6 horas… Em 1934, finalmente, a carreira dele acabou. Lustig foi preso e mandado para Alcatraz, onde fez companhia ao amigo Capone.


2. O piloto, o médico e o advogado. Num só.


A história de Frank W. Abagnale ficou famosa depois de ser contada na autobiografia Prenda-me se For Capaz, adaptada para o cinema por Steven Spielberg em 2002. Pudera: se fosse um roteiro de ficção, pareceria exagerado. Em 5 anos, um jovem nova-iorquino de classe média fingiu ser piloto de avião, médico, advogado e professor. Passou cheques falsos em quase todos os estados americanos e em mais de 10 países. E fez uma fortuna de milhões de dólares. Frank começou a carreira aos 16 anos, quando passou mais de 3 mil dólares em cheques sem fundos do pai dele em postos de gasolina. Pouco tempo depois, virou profissional no ramo. Passou a abrir contas com documentos falsos e a imprimir seus próprios cheques frios. Para levantar menos suspeitas na hora de sacar dinheiro, fingiu ter uma das profissões que mais davam status nos anos 60: piloto de avião.
Com um uniforme, uma carteirinha da Pan Am e um brevê, tudo falsificado, também aproveitou para viajar e se hospedar de graça pelo país inteiro, deixando um bolo de cheques falsos em cada cidade por que passava. Depois de quase ter seu disfarce de piloto descoberto, Frank decidiu que era hora de mudar de trabalho e morou por uns tempos em Atlanta dizendo ser médico. Com um diploma falso, o “doutor” arranjou um emprego e passou um ano trabalhando como supervisor de pediatria num hospital. Depois, Frank mudou-se de novo e inventou que era formado em direito. Falsificou um diploma (de Harvard) e logo ficou sabendo que o procurador- geral do estado da Louisiana estava precisando de um assistente. Para conseguir o emprego, ele precisaria passar por uma prova da ordem dos advogados. Atraído pelo desafio, Frank estudou e, na terceira tentativa, conseguiu passar no exame. Sem nem mesmo ter terminado o 2o grau, o farsante tinha uma carteira de advogado e um emprego na promotoria pública. Nove meses depois, largou o direito e, após constatar quantas garotas bonitas havia no campus de uma universidade, resolveu freqüentar uma. Só que, em vez de se matricular como aluno, Frank foi como professor. Falsificar mais um diploma e algumas credenciais foi fácil. Dizendo que era formado em sociologia pela Universidade Columbia, deu aulas durante um semestre. Sem levantar suspeitas. Assim que deixou a universidade, Frank voltou para a vida de estelionatário e, depois de ser perseguido exaustivamente pela polícia, acabou preso em 1970.
Com menos de 21 anos, Frank já tinha acumulado mais de 500 mil dólares (o que hoje daria 3 milhões de verdinhas). O figura passou 5 anos na cadeia. E acabou solto com a condição de ajudar o governo a prevenir fraudes com documentos. Hoje, aos 58 anos, Abagnale tem uma empresa dedicada a essa tarefa. E continua faturando alto.


3. A mãe de ouro.


O primeiro picaretasso do Novo Mundo foi uma mulher, a americana Mary Butterworth. Em 1716, quando tinha 30 anos, ela vivia na então colônia inglesa de Massachusetts, uma das 13 que décadas mais tarde formariam os EUA. Mary sustentava os filhos trabalhando como confeiteira e lavando roupas para fora. A grana era curta, mas a ambição era comprida. Tanto que a Sra. Butterworth resolveu cortar o problema pela raiz: passou a fabricar libras esterlinas na cozinha.
O esquema era no melhor estilo dona-de-casa. Mary usava um pedaço de tecido engomado e um ferro de passar para imprimir suas notas. Depois, corrigia as imperfeições à mão, usando penas de várias espessuras e nanquim. Para deixar a nota com jeitão de usada e fazer com que ela parecesse ainda mais autêntica, a falsificadora assava o papel no forno.
As cédulas caseiras enganavam bem, e Mary foi ampliando o negócio. Em pouco tempo, ela chefiava uma espécie de Casa da Moeda alternativa. Trabalhando com um pequeno exército de ajudantes, imprimia notas de 1 libra – as mais graúdas naqueles tempos pré-dólar – e vendia pela metade do valor de face.
Deu tão certo que Mary passou a abastecer outras colônias com dinheiro falso. A essa altura ela já contava com o apoio de figurões, como políticos e juízes, e já tinha se instalado numa mansão. Mas os problemas começaram a aparecer. A pequena Rhode Island, por exemplo, recebeu tantas notas frias que quase entrou num processo de hiperinflação. Aí as autoridades britânicas fecharam o cerco. Depois de prenderem um juiz que ajudava na distribuição das libras traiçoeiras, eles chegaram até o QG de Mary. Mas, como a mulher só usava material caseiro – e sempre lavava o tecido usado para imprimir as notas – não havia provas de que ela estava envolvida no esquema de falsificação.
Assim Mary continuou solta. Mas achou melhor não se arriscar mais. Usando os conhecimentos de administração e logística que tinha adquirido nos negócios, a ex-falsificadora abriu um serviço de bufê. E foi muito bem-sucedida, diga-se.

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3

de
June

CONTINUAÇÃO:*OS MAIORES TRAMBIQUEIROS DA HISTÓRIA*

II PARTE

 

4. O Rockefeller francês


Christophe Rocancourt não assassinou nin-guém, não é terrorista nem ladrão de banco, mas já esteve na lista de mais procurados pela polícia americana. Seu crime? Passar a perna em gente da alta roda de Nova York e Los Angeles.
Nascido na França em 1967, o malandro gostava de dizer que se chamava Christopher Rockefeller e que era um descendente francês do magnata americano. Mas essa era só uma das 12 identidades falsas dele. Christophe também se apresentava como parente da atriz Sophia Loren, do estilista Oscar de la Renta e do cineasta Dino de Laurentiis.
Seu principal golpe era convencer as pessoas a deixar uma boa grana com ele para ser investida em algum esquema “ultra-rentável”. A garantia era o sobrenome Rockefeller, e o rosto bonitão ajudava a passar confiança. Em outras ocasiões prometia emprestar grandes somas de dinheiro, desde que recebesse um módico adiantamento.
Em 2001, Rocancourt acabou preso. No julgamento, foi acusado de fraudar 19 pessoas e condenado a 4 anos de prisão. Ele mesmo estima que, em sua vida de golpista, arrecadou pelo menos 40 milhões de dólares. Ninguém duvida: quando foi preso, o francês tinha duas Ferraris, um jipe que já tinha sido do bilionário inglês Dodi al Fayed, era dono de um andar no Regent Beverly Wilshire Hotel, no bairro mais chique de Los Angeles, e andava com um segurança a tiracolo. Ah, claro: o Rockefeller pirata era casado com a modelo Pia Reyes, ex-coelhinha da Playboy. Nada mal para quem nasceu em uma cidadezinha do interior da França. Filho de um pintor e uma prostituta, aos 9 anos de idade foi abandonado em um orfanato. Quando saiu de lá, aos 16, foi para Paris tentar a carreira de modelo e chegou a aparecer na capa da Vogue italiana. Mas aí ele descobriu que podia ganhar dinheiro de um jeito mais fácil. Começou a falsificar cheques e participou do assalto a uma joalheria suíça. Mas a polícia nunca conseguiu provar seu envolvimento nesses crimes.
Apesar desse currículo, Rocancourt jura que nunca roubou ninguém. Em uma entrevista para a rede de TV americana CBS em 2003, ele se justifica. “Eu quebrei uma promessa, isso faz de mim um ladrão? Eu realmente fiz um empréstimo, mas não tomei, não furtei nem nada.” Cuidado que, mais um pouco, e ele te convence.


5. O herdeiro da Gol


Aos 25 anos, Marcelo Nascimento da Rocha não era um fora-da-lei qualquer. Ele tirava uma grana legal pilotando aviões para o tráfico, mas sua maior habilidade era outra: se divertir. Em 2001, o malandro ficou sabendo que o Carnaval fora de época de Recife seria patrocinado pela Gol. Aí foi para lá dizendo ser Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea – e, aos 34 anos, mais jovem bilionário do Brasil, segundo a revista Forbes. Marcelo chegou chegando: “Fui com um helicóptero emprestado. Fiz acrobacias no ar. Todo mundo viu”, diz no livro Vips, sua biografia. Funcionou. Marcelo foi tratado como um legítimo Constantino por 4 dias: ficou nos camarotes mais badalados, deu entrevista para o Amaury Jr. E, claro, levou várias incautas para a cama. Marcelo só foi pego depois da farra, quando ia com os atores Ricardo Macchi, Marcos Frota e Carolina Dieckmann para uma festa da Globo em São Paulo. Uma secretária que trabalhava na Gol viu que Marcelo não era da família de seus patrões e ele acabou na cadeia. Não era o primeiro golpe do rapaz, claro. Aos 14 anos ele já fingia que era sobrinho do dono de uma empresa de ônibus para viajar de graça. Teve várias “profissões” também: entrou em um festival de dança em Joinville fingindo ser VJ da MTV; se hospedou em um hotel em Balneário Camboriú e curtiu todas as boates da região sem pagar nada, dizendo ser guitarrista do Engenheiros do Havaí. Mas do que o garoto gostava mesmo era do céu. Como morava do lado de um aeroclube, vivia lá, tentando aprender a pilotar. Fazia perguntas, queria saber como tudo funcionava e pedia para voar em troca de lavar os aviões. Aprendeu tudo tão direitinho que, depois de um tempo, traficantes ofereceram pagar seu brevê em troca de alguns fretes. Aos 18 anos Marcelo virou piloto do crime em tempo integral – sempre aplicando golpes nas horas vagas. Foi preso por tráfico em 2004 e nem na cadeia parou de inventar lorotas. Quando estava num presídio em Bangu, no Rio, disse que era chefe do PCC – já que os ladrões cariocas não conheciam direito o crime organizado paulista. Com essa “patente”, o homem liderou até rebelião por lá. Hoje, Marcelo tira um descanso no presídio de Avaré, interior de São Paulo. Fica lá por mais 16 anos. E quando sair nem terá de fingir que é uma celebridade. Vai ser mesmo: planejam fazer um filme sobre a vida dele.


Vips: Histórias Reais de um Mentiroso - Mariana Caltabiano, Jaboticaba, 2005
Prenda-me se For Capaz - Frank Abagnale, Record, 2003
Fonte: Superinteressante

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16

de
May

Comissao aprova licenca-maternidade de 6 meses


 

APROVADA LICENÇA-MATERNIDADE DE 6 MESES


O Projeto de Lei 2.513/07, do Senado, que concede incentivo fiscal a empresas que prorrogarem a licença-maternidade por 60 dias, foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados, no último dia 14. Com isso, a licença pode chegar a seis meses, sendo que as quantias recebidas no período não integrarão o salário de contribuição, informou o site InfoMoney.


A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda precisa ser analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, segundo informações da Agência Câmara.
Para obter o benefício, a empregada deverá requerer a prorrogação da licença até o final do primeiro mês após o parto. O projeto também estende o direito às mulheres que adotarem crianças. A proposta é da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), mas foi idealizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria.


A relatora, deputada Rita Camata (PMDB-ES), ressaltou a importância da proposta, argumentando que a presença da mãe nos primeiros meses de vida dos filhos é fundamental para a formação da criança. Ela ainda lembrou que 80 municípios e oito estados já têm leis próprias ampliando a licença para seis meses.


Rita considerou a proposta a maior conquista das famílias desde a promulgação da atual Constituição (1988), quando a licença foi ampliada de 90 para 120 dias. Tanto ela quanto o presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, Jofran Frejat (PR-DF), foram autores da proposta de ampliação da licença, durante a Constituinte.


Para a professora de relações de trabalho da FGV-RJ (Fundação Getulio Vargas), Lidia Vivas, a possível ampliação do período de licença tem seu lado negativo. Isso porque a velocidade das mudanças nos mercados, da troca rápida de informações e a globalização podem gerar uma situação desconfortável na volta da mulher ao trabalho.


"É capaz de outra pessoa já estar ocupando seu lugar, preenchendo aquela lacuna que havia ficado vazia. A empresa pode ter crescido e muita coisa ter mudado. Às vezes, o chefe nem lembra mais dela", explica. "Do ponto de vista social, com certeza, o projeto é positivo, não há o que discutir, mas falta maturidade por parte do empresariado", finaliza.

Fonte: http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1681081-2574,00.html


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16

de
May

Irena Sendler: “A mae dos meninos do Holocausto”

 

Heroína polonesa
*Morre aos 98 anos mulher que salvou 2.500 crianças judias*

Irena Sendler estava internada em um hospital de Varsóvia. A polonesa retirou de maneira clandestina milhares de crianças do gueto de Varsóvia.

- IRENA SENDLER foi homenageada em 14 de Março de 2007  na Polônia, por ter salvado a vida de 2.500 crianças judias durante o holocausto.


Heroína desconhecida fora da Polônia e apenas reconhecida no seu país por poucos historiadores devido ao obscurantismo comunista que havia apagado sua façanha dos livros de história oficiais, Irena nunca contou a ninguém sobre sua vida durante aqueles anos.

Em 1999 sua história começou a ser conhecida graças a um grupo de alunos de Kansas através de um trabalho de conclusão de curso sobre os Heróis do Holocausto. Na pesquisa encontraram poucas referências sobre Irena com um dado surpreendente: 2.500 vidas foram salvas por ela. Como era possível não existir informação sobre uma pessoa assim? Mas a maior surpresa viria depois. Ao investigarem o local do túmulo de Irena descobriram que nunca existiu porque ela estava viva.

Até seus 98 anos residiu em um asilo em Varsóvia num quarto cercado de flores e cartões de agradecimento de sobreviventes e filhos destes em sua honra.

Quando a Alemanha invadiu o pais em 1939, Irena era enfermeira no Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia, onde cuidava das refeições comunitárias. Desde o outono de 1940, Irena Sendler assumiu riscos consideráveis para levar alimentos, roupas e remédios aos habitantes do gueto que os ocupantes nazistas instalaram num quarteirão da capital. Em 4 km2, eles colocaram 500.000 pessoas.



Ao assistí-los no Gueto de Varsóvia Irena, horrorizada pelas condições de vida impostas a seus moradores. Devido à falta de comida, muitos morreram de fome ou em decorrência de doenças. Os outros foram mandados para as câmaras de gás do campo de Treblinka. No fim do verão de 1942, ela resolveu unir-se ao movimento de resistência Zegota (Conselho de Ajuda aos Judeus) criado por um grupo de resistência heróica antes de o exército nazista destruir completamente o quarteirão.

Como os alemães receavam uma epidemia de tifus aceitavam a ajuda dos poloneses para controlar a situação e os deixavam tomar conta do local. Irena fazia contato com as famílias oferecendo ajuda para levar filhos e netos com ela para fora do Gueto. Era um dos momento mais dolorosos de sua experiência; deveria obter a confiança dos pais e convencê-los a entregar-lhe seus filhos. Era indagada:



“Pode prometer que meu filho viverá?.....”



E a única coisa que poderia dar como certa é a de que morreriam se permanecessem ali. O mais duro era o momento da separação.

Começou a tirá-los em ambulâncias como vítimas de tifus, e se valia de todos os meios e de tudo o que estivesse ao seu alcance para escondê-los e tira-los dali: cestas de lixo, sacos de batatas, malas, etc. Em suas mãos, qualquer coisa se transformava numa via de escape. Conseguiu recrutar ao menos uma pessoa de cada um dos dez centros do Departamento de Bem-estar Social. Com a ajuda dessas pessoas elaborou centros de documentos falsos, com assinaturas falsificadas, dando identidade temporária às crianças judias.

- Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos da paz.

Era incansável. Queria que um dia pudessem recuperar seus verdadeiros nomes, sua identidade, suas histórias pessoais e suas famílias. Foi quando inventou um arquivo que registrava os nomes dos meninos com suas novas identidades. Anotava os dados em pedaços de papel que enterrava, dentro de potes de conserva, debaixo de uma maciera, no jardim do seu vizinho.

Algumas vezes quando Irena e suas companheiras retornavam a estas famílias a fim de persuadi-las era informada que todos haviam sido levados aos campos de extermínio. Cada vez que isso ocorria, ela lutava com mais força para salvá-las. Quando caminhava pelas ruas do gueto, Sendler usava uma braçadeira com a Estrela de David, em solidariedade aos judeus, e afim de não chamar a atenção.

Um dia os nazistas acabaram descobrindo suas atividades e a levaram à prisão. Quebraram-lhe os pés e as pernas, além de inúmeras torturas. Queriam que delatasse quem eram seus colaboradores e os nomes das crianças que ajudara a salvar. Por não revelar absolutamente nada, em total silêncio, foi sentenciada a morte.

Irena era a única pessoa que sabia os nomes e onde se encontravam as famílias que abrigaram as crianças judias. A caminho de sua execução, o soldado que a levava a deixou escapar. Embora oficialmente ela constasse nas listas dos executados, a resistência havia subornado o soldado salvando a vida de Irena. Ela mesma desenterraria os vidros com as anotações e tentaria unir os 2.500 meninos que colocou com famílias adotivas devolvendo-os a suas verdadeiras famílias. Infelizmente, a maioria tinha perdido seus pais e irmãos nos campos de concentração nazista.

O pai de Irena, um médico que falecera de tifus quando ainda pequena, lhe fez memorizar o seguinte:

 

“Ajude sempre a quem estiver se afogando, sem levar em conta a sua religião ou nacionalidade. Ajudar cada dia alguém tem de ser uma necessidade que saia do coração.”



Os meninos só a conheciam pelo apelido: Jolanta. Anos mais tarde, quando a sua história saiu num jornal com sua foto antiga, diversas pessoas entraram em contato:



“Lembro de seu rosto... Sou um daqueles meninos, lhe devo a minha vida, meu futuro, e gostaria de vê-la!”



Irena viveu anos numa cadeira de rodas pelas lesões e torturas impostas pela Gestapo. Não se considera uma heroína e jamais reivindicou crédito por suas ações:

 

“Poderia ter feito mais” e completa: “Este lamento me acompanhará até o dia de minha morte!”


* Fonte: Beit Chabad

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25

de
April

*Mais de 5 mil vagas em cursos GRATUITOS*

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Obra Social abre mais de 5 mil vagas em cursos gratuitos

A Obra Social da Cidade oferece inscrições para 5.066 vagas em cursos gratuitos de formação profissional. Destinados a moradores do município do Rio de Janeiro, os cursos serão realizados nas 12 Casas de Capacitação e na Escola de Hotelaria, mantidos pela entidade.


Os candidatos devem ter idade a partir de 16 anos e, no ato da inscrição, apresentar documento de identidade e comprovante de residência. As aulas serão realizadas entre 5 de maio e 11 de julho.

 

Mais detalhes sobre os cursos e os locais de inscrição pelo telefone 2503-4528 ou pela internet http://www.obrasocial-rj.org.br

 

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22

de
April

Saiba como aproveitar oportunidades em LEILOES.


Por Carlos Augusto Gomes

Nem só de obras de arte vivem os leilões. Neles, também podem ser comprados imóveis a produtos eletrônicos, com preços de 20% a 30% abaixo do valor de mercado, em média. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, tem atualmente mais de 1.500 imóveis disponíveis para venda via leilões somente no estado de São Paulo. Já a Receita Federal promove, periodicamente, licitações para comercializar mercadorias apreendidas. Os Detrans também realizam leilões, para vender veículos recolhidos. Qualquer pessoa pode participar.


• Na maioria dos casos, é possível vistoriar os produtos antes do leilão. A análise deve ser cuidadosa, porque, após a compra, não são permitidas devoluções.
• No dia do leilão, tenha em seu poder um talão de cheques, porque sempre se exigee um sinal ou caução, como garantia de compra.
• Não esqueça também de acrescentar 5% ao valor da mercadoria comprada: este é o valor da comissão do leiloeiro.
• Antes de participar, fique atento para as condições de pagamento. Se a peça arrematada não for paga no prazo, você pode perder o dinheiro do sinal ou caução.


Imóveis
Além da Caixa Econômica Federal, diversos bancos vendem imóveis via leilão ou concorrência pública. No caso da Caixa, as propostas de compra devem ser apresentadas em um envelope lacrado, para posterior abertura. O imóvel é vendido para o pretendente que fizer a melhor oferta.

• Antes de fazer o lance, agende uma visita ao imóvel para analisar suas condições de conservação. Observe com cuidado os encanamentos e as instalações elétricas: muitas vezes, os custos da reforma podem superar a economia feita na compra.
• Na visita, verifique se a casa ou apartamento não está ocupado. Caso esteja, é responsabilidade do comprador pedir a desocupação, se necessário até por meio de uma ação judicial.
• Exija também do leiloeiro certidões que comprovem que o imóvel não tem dívidas com condomínio ou IPTU atrasado, que podem ser transferidas para o comprador. No caso dos leilões da Caixa, o banco se responsabiliza pelos débitos existentes.

Clique nos links abaixo para ver a agenda de leilões dos bancos:

• Caixa Econômica Federal
• Bradesco
• Itaú
• Banco do Brasil


Veículos

Antes de comprar um carro em um leilão do Detran, é bom lembrar: se o carro foi apreendido por falta de pagamento de multas ou IPVA ou então porque foi usado em algum crime, ele não pode voltar a circular nas ruas. Ou seja, quem arrematar o veículo poderá apenas usar as peças.

É por essa razão que, muitas vezes, carros são vendidos por até metade de seu valor de mercado.

Para quem pretende rodar com o veículo, e não desmanchá-lo, a opção são os leilões oferecidos por locadoras que pretendem renovar sua frota e bancos que recuperaram carros financiados e não pagos, além de seguradoras que recuperaram carros acidentados ou roubados. Antes da compra, é recomendável levar um mecânico ou funileiro de confiança para vistoriar o veículo.

• Mesmo se o carro for 0 km, não há garantia de fábrica. Ou seja, quem compra não tem direito a revisões gratuitas ou troca de peças defeituosas.
• Se o comprador adquiriu um carro com chassi adulterado (recuperado de roubo pela seguradora), é ele quem tem que ir ao Detran regularizar sua situação.
• Assim como em qualquer leilão, é preciso pagar a comissão de 5% para o leiloeiro. Não esqueça deste percentual antes de fazer seu lance.
• A documentação do veículo não sai no momento da compra. Por isso, ele precisa ser rebocado do pátio. As despesas do transporte ficam por conta do comprador.

Veja abaixo os sites de alguns leiloeiros oficiais que trabalham com veículos

• Nosso Leilão
• Sodré Santoro Leiloeiro Oficial
• Jordão Leilões
• Milan Leilões
• Freitas Leiloeiro Oficial


Receita Federal

O principal atrativo dos leilões da Receita Federal são mercadorias importadas apreendidas em operações da Polícia Federal ou não resgatadas nas alfândegas de portos e aeroportos. Além de produtos eletro-eletrônicos, é comum também encontrar jóias, roupas, artigos esportivos e até automóveis. Dependendo do material apreendido, o leilão pode ser aberto ao público ou restrito a pessoas jurídicas. A agenda completa pode ser consultada no site da Receita Federal.


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16

de
April

NÃO PERCAM: *A CAPITAL FEDERAL!!!*

 

Quer se divertir e dar boas gargalhadas???

Assistam: “A CAPITAL FEDERAL”. Trata-se de uma COMÉDIA de costumes brasileiros com uma visão crítica de Arthur Azevedo sobre o crescimento urbano e suas contradições dando-nos uma visão divertida e realista da sociedade carioca antiga.

Ressalto a atuação deliciosamente talentosa de TODO O ELENCO destacando, particularmente, as tiradas de André Valentim como Figueiredo Figueira, de Eloah Pimenta como “Lola Kan Kan” e de Adriana Soares como “Quinota dos Campos”.


*SOBRE A PEÇA*

:: POR ORESTES DA SILVA CHAVES NETO ::

Onde?
A cidade do Rio de Janeiro, se afirmando como a capital do governo republicano, o Grande Hotel, o Largo da Carioca, os Arcos da Lapa, o Largo do São Francisco, a casa de Lola, um salão de baile, o Belódromo Nacional, a Rua do Ouvidor e um sótão fazendo às vezes de moradia.

Quem?
Uma família do interior de Minas Gerais, uma cortesã, jogadores, cocotes, literatos decadentistas, serviçais e velocistas.

O Que?
A família chega à capital federal a procura de um rapaz que prometera casamento à filha e nunca mais apareceu. O tal rapaz está envolvido com Lola, a espanhola que tudo faz para lucrar com os homens. E um desses homens será Eusébio, o pai e fazendeiro de Minas, fazendo o percurso do ingênuo mundo rural para o imoral, corrompido e neurótico urbano.


NÃO DEIXEM DE ASSISTIR e PREPAREM-SE PARA RIR MUITO!!!

VALORES: 
-  INGRESSOS ANTECIPADOS: R$ 10,00
- MEIA ENTRADA PARA ESTUDANTES, IDOSOS E CLASSE ARTÍSTICA: R$ 10,00
- INTEIRA – NA HORA: R$ 20,00.

A peça está em cartaz no CLUBE GRAJAÚ COUNTRY CLUB
TEATRO DERCY GONÇALVES
Rua Prof. Valadares, 262 - Grajaú - Rio de Janeiro
Tel.: 22932797 / 25475198 / 97997048.
MAPA:
http://www.grajaucountry.com.br/


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15

de
April

CONSTRUA UMA ARMADILHA PARA O MOSQUITO DA DENGUE

 

Mosquitérica


Confira o passo a passo para a construção da armadilha para mosquitos da dengue, nessa matéria produzida pela equipe do Jornal Hoje. A armadilha chama-se Mosquitérica e foi adaptada pela equipe de pesquisadores da UFRJ.


A Mosquitérica serve para capturar o mosquito, evitando que ele pique as pessoas, transmitindo assim o virus da dengue, e também serve para identificar focos do mosquito.


Para construir sua mosquitéria siga os passoa abaixo:


1. Dobre o pedaço de tule e cubra a boca da garrafa. Use o anel do lacre como presilha. Esta fase exige o jeitinho especial, pois é necessário forçar a presilha para alcançar, pelo menos, a segunda volta da rosca. Para melhorar o visual, você pode aparar o excedente da malha que ficou aparecendo;


2. A próxima etapa é cortar a garrafa em duas partes. Antes de iniciar o corte, amasse o local da garrafa até obter uma dobra. Com o plástico dobrado fica mais fácil cortá-lo. Agora, use esse corte como furo para posicionar a tesoura e cortar o restante da garrafa; Uma das partes vai servir de copo e a outra, como um funil, será a tampa;


3. Agora você vai lixar toda a superfície da tampa, que corresponde à face interna da boca do funil, até torná-la completamente áspera e fosca. Essa peça constituirá a tampa da mosquitérica;


4. Para estabelecer a altura ideal do nível da água na mosquitérica e preciso encaixar a tampa, com o bico para baixo, dentro do copo. Identifique, de cima para baixo, o intervalo de altura que vai da boca do copo até o fundo fosco da tampa. O ponto médio desse intervalo deve ser considerado como a altura do nível da água na sua mosquitérica. Marque esse nível com um pedaço de fita isolante, bem fino, como se fosse uma linha, colada pelo lado de fora do copo. Essa marca também delimitará o espaço de ar que ficará acima da água, entre as duas peças da mosquitérica, como você viu nas fotos da Mosquitoeira;


5. Chegou a hora de começar a montagem da mosquitérica: encher a parte do copo com água até o nível; colocar o alimento (quatro sementes de alpiste trituradas ou a pelota de ração felina) dentro d’água; posicionar a tampa, de maneira simétrica, com o bico para baixo.


6. Use a fita isolante para fixar as duas peças da mosquitérica e, ao mesmo tempo, vedar o espaço entre a borda do copo e a face externa da tampa;


7. Coloque a armadilha em local fresco e sombreado. Após uma semana, verifique a altura da coluna de água. Se estiver abaixo do nível, complete-a. Com o nível da água mais alto, os ovos que foram depositados na superfície áspera da tampa ficarão dentro d’água e, em poucos dias, será possível visualizar larvas de mosquitos nadando na mosquitérica. De agora em diante, observe-a todos os dias, acrescentando água à medida que esta for evaporando. As larvas se alimentarão dos micróbios presentes na água, que são alimentados pelos grãos ou sementes adicionados. As larvas eclodem do ovo, no estágio 1 e crescerão passando pelos estágios 2, 3 e 4, até se transformarem em pupas. Estas, por metamorfose, se transformarão na forma alada de mosquito.


8. Você pode saber se as larvas que apareceram são da espécie Aedes aegypti. Use o foco de luz de uma lanterna. Se as larvas fugirem da luminosidade, ou seja, se demonstrarem o fotatactismo negativo, são A. aegypti. Então, você pode ter certeza, tem alguém na redondeza criando esses “bichinhos”, como animais de estimação (mascote);

O uso da mosquitérica tem como pré-requisito, a prévia eliminação dos possíveis criadouros de mosquito da redondeza e a permanente dedicação a essa tarefa, de forma a manter, sempre em 100%, o índice de eficiência da armadilha. O inverso dessa atitude é conviver com A. aegypti, ou seja, com o perigo de pegar uma dengue.

Uma vez confeccionada a mosquitérica, agora você pode considerar o momento como uma boa oportunidade para por em prática o lema nº 1 dos princípios de civilidade contra a dengue:


“FAÇA SEU VIZINHO FELIZ“


Nossa sugestão: Construa duas mosquitéricas, uma para você e uma para dar de presente. Impreima as instruções para a construção de uma nova mosquitérica e coloque junto ao seu presente. vam,os iniciar uma correte do bem, a correte da mosquitérica!

 

 


Fonte: http://www.latec.ufrj.br/portaldadengue/

 


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15

de
April

AJUDE A COMBATER AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS




*Como você pode ajudar o meio ambiente*

 

Carne:

• Pergunte ao seu açogueiro ou ao supermercado que freqüenta de onde vem a carne que você compra. Cerca de 70% das áreas desmatadas são para abertura de novas pastagens. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa.


Madeira:

• Procure sempre o selo FSC. O selo é a garantia de que a madeira foi retirada corretamente. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa. Quanto mais incentivamos o manejo sustentável, menores serão os incentivos para desmatar completamente determinadas áreas.


Transporte:

• Prefira o transporte público. Além de ser menos poluente, você evitará parte do estresse do dia-a-dia;
• Use bicicleta ou caminhe sempre que possível. É saudável e você estará estará contribuindo para um planeta mais limpo;
• Se não houver ciclovias, fale com seus representantes políticos para que as construam; Para viagens curtas a trabalho ou de turismo, prefira o ônibus.
Carro
• Faça sempre uma revisão do seu carro. Além de evitar possíveis dores de cabeça, um carro que funciona corretamente consome menos combustível e menos gases causadores do efeito estufa;
• Calibre bem os pneus do seu carro. Os pneus bem calibrados evitam um consumo excessivo de gasolina e dão mais segurança;
• Ao comprar, dê preferência aos veículos flex e que sejam mais econômicosômicos;
• Se puder, abasteça com álcool e não com gasolina.


Em casa:

• Procure sempre comprar aparelhos eficientes em consumo de eletricidade;
• Desligue as luzes dos ambientes não utilizados;
• Retire das tomadas os aparelhos em stand-by (os que ficam com as luzinhas vermelhas acesas);
• Instale painéis solares para aquecer a água. A longo prazo, você poupará energia e dinheiro;
• Substitua as lâmpadas principais da casa por lâmpadas fluorescentes compactas, consomem 75% a menos que as convencionais;
• Desligue o chuveiro quando estiver se ensaboando.

 

No trabalho:

• Verifique se as luzes estão desligadas ao sair;
• Seja ativo: forme uma comissão para verificar como a empresa pode gastar menos energia;
• Mantenha os aparelhos de ar condicionado a 25o C;
• Verifique se os aparelhos de ar condicionado estão na sombra. Eles consomem 5% menos se não estiverem no sol.
Se cada um de nós fizer a sua parte e divulgar essas dicas, pode ser que consigamos reverter o assustador quadro em que o nosso planeta se encontra hoje.


Links relacionados:

• Participe da campanha para que o governo brasileiro mantenha a matriz elétrica sustentável

• Conheça o programa de Mudanças Climáticas do WWF-Brasil

• Faça sua parte para a conservação da natureza e o desenvolvimento sustentável. Sua ajuda vale muito, clique para saber mais

 

 

 

 

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15

de
April

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